A bomba relógio segue ativada, e por perto

A bomba relógio segue ativada, e por perto

(Foto: César Greco/ Ag. Palmeiras/ Divulgação)

Felipão foi curto e grosso após a vitória do Palmeiras diante do Bragantino, semanas atrás no Pacaembu. Ao ser perguntado sobre Deyverson, Scolari disse que daria a última chance para o camisa 16. Ou ele aprendia de uma vez por todas, ou a sua história na SEP se encerraria de uma vez por todas.

Se Deyverson precisava demonstrar amadurecimento, ontem toda a esperança foi por água abaixo. E ele nem precisou entrar em campo para isso.

Ao gravar um vídeo de despedida de 'brincadeirinha', o camisa 16 desrespeitou não só o clube, como também os 16 milhões de palmeirenses espalhados pelo mundo.

Deyverson vai mesmo seguir no Palmeiras. Dessa vez mais desprestigiado como nunca. O atacante conseguiu jogar toda a sua imagem reconstruída no ano passado, na lata do lixo.

Sua trajetória na Pompéia vai ficando cada vez mais confusa e parecida com uma montanha russa.

De detestado, ele chegou a alcançar um patamar onde até quando era expulso e deixava o time na mão, saia de campo ovacionado.

Como na vitória por 2 a 1 diante do Ceará no Pacaembu, quando fez o time ter um desgaste totalmente desnecessário, antes de uma semifinal de Libertadores na La Bombonera.

Passar tantas vezes a mão na cabeça se provou uma atitude inútil de parte da torcida e comissão técnica. Ele nunca aprende.

Inclusive acaba de reafirmar na Academia de Futebol: "se eu disser que não vou mais errar, estarei mentindo".

Só o tempo vai provar se Felipão estava certo em aceitar a sua permanência. Todo o sucesso do atacante será despejado nos ombros de Scolari, mas as suas inconsequentes atitudes e todos os milhões que foram pelo ralo também...

  • Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim, 28 anos, detesta quem assiste ao jogo sentado e tem como grande ídolo Armando Nogueira. Formado em Jornalismo pela UMESP em 2012, cobriu a Copa do Mundo da Rússia pelo jornal Lance!