A cogestora do Palmeiras desde 1992 e o presidente do clube desde 1993 seguiam se desentendendo. A Parmalat queria dar a Felipão um elenco melhor e maior. Mustafá não queria aumentar a folha de pagamentos.

O novo ponto de conflito era a contratação do zagueiro Rivarola, que havia encerrado contrato com o Grêmio. Ex-jogador de Felipão no Sul, ele viria para compor o banco como substituto de Júnior Baiano (titular do Brasil na Copa-98).

Mustafá achava um jogador caro e desnecessário. E mais um ex-gremista num elenco com Arce e Paulo Nunes. Felipão batia o pé e insistia com Paulo Angioni, o diretor da Parmalat no Palmeiras. Mal comparando, era o que Alexandre Mattos faz hoje. Mas ligado ao parceiro. Não ao clube.

Mustafá não se opunha às contratações de César Sampaio e Paulo Rink, bem encaminhadas. Mas não sabia se queria mais um homem de área. Jardel, Fábio Júnior e Christian interessavam.

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