No dia do goleiro, a história não se apaga, nem se reescreve

No dia do goleiro, a história não se apaga, nem se reescreve

Essa foto foi do dia em que eu conheci o Marcos. Foi em um evento de lançamento da sua cerveja, na sala de imprensa Joelmir Beting, do Allianz Parque. Ainda em 2017.

Marcos era o top 1 da lista de famosos que eu sonhava em conhecer. Não só conheci, como também o entrevistei. Ao lado do amigo Frank Fortes, tremia tanto de nervoso que mal conseguia falar.

É idolatria que se chama.

Se hoje sou jornalista esportivo e setorista do clube que cresci torcendo, também se deve muito ao Marcos.

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Me decepcionei com algumas atitudes do Marcos fora de campo, não achei legal quando ele cutucou o elenco e o Dudu lá em 2019, após a eliminação do paulista.

Mas se tem uma coisa que nunca vou fazer é afirmar pela torcida que ele não é mais ídolo. E quando fizer afirmação dessa magnitude pode me internar.

Acredito que ele deveria preservar a sua imagem de vez em quando. Ídolos também carregam grandes responsabilidades. E aposto que também não está fazendo bem pra ele essa exposição toda.

É o momento de baixar as armas. Tentar se possível saber conviver em Sociedade.

Esportiva.

O Palmeiras é o retrato do nosso país. O técnico joga mais pra esquerda enquanto o capitão é ponta direita. Se nos matarmos quem irá nos defender?

Feliz Dia do goleiro Marcão. Eu não vi Oberdan Cattani, muito menos Leão. Vi Velloso, Sérgio, Prass, Jaílson e por último Weverton.

Você segue sendo o maior de todos. Isso nunca irá se apagar.

  • Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim, 28 anos, detesta quem assiste ao jogo sentado e tem como grande ídolo Armando Nogueira. Formado em Jornalismo pela UMESP em 2012, cobriu a Copa do Mundo da Rússia pelo jornal Lance!