Novorizontino aposta em 'estrutura' e 'lição do passado' para o terceiro confronto seguido contra o Palmeiras no Paulista

Novorizontino aposta em 'estrutura' e 'lição do passado' para o terceiro confronto seguido contra o Palmeiras no Paulista

(Foto: Cesar Greco/Agência Palmeiras/Divulgação)

Pelo terceiro ano seguido, Palmeiras e Novorizontino se enfrentam pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Nas duas anteriores o Alviverde venceu os quatros jogos, marcou 14 gols e sofreu apenas um.

Apesar dos números e do retrospecto contra, o presidente do Grêmio Novorizontino, Genilson da Rocha Santos, acredita que está no caminho certo, afinal é o único clube do interior a figurar nas quartas nas últimas três temporadas. Ele credita o desempenho ao trabalho para melhorar a estrutura.

"É uma série de fatores, mas a estrutura é, sem dúvida, uma das principais para o Grêmio Novorizontino ter esse desempenho. A cada ano a gente procura se capacitar com profissionais competentes e isso tem dado resultado", afirmou o Genilson ao NOSSO PALESTRA.

Em 2017 o Tigre era comandado por Silas, no ano passado por Doriva e atualmente Roberto Fonseca é o treinador. Por mais que técnico e jogadores tenham mudado, a espinha dorsal segue a mesma em Novo Horizonte.

"As equipes são diferentes, mas temos a mesma base de trabalho. Desde a cozinheira, preparação física, médico, preparador de goleiro... Quando chega um novo treinador, ele traz o seu auxiliar e o restante da estrutura é toda nossa", complementa.

Quinta melhor campanha da fase de grupos, o Novorizontino recebe o Palmeiras neste sábado (23) e na terça-feira (26) que vem vai até o Pacaembu para o jogo de volta, assim como aconteceu em 2017. No ano passado eles se enfrentaram no Allianz Parque e, para Genilson, é melhor atuar no Paulo Machado de Carvalho:

"Tem diferença no psicológico e emocional. Pressão da torcida é diferente. No Allianz Parque a pressão é maior, a acústica do estádio por ser mais fechado é de uma forma. No Pacaembu, a torcida fica mais distante".

Nos dois estádios o Palmeiras levou a melhor, muito em função de ter feito o resultado no primeiro confronto. Venceu no José Ismael de Biasi por 3 a 1, em 2017, e 3 a 1, em 2018, o que praticamente definiram os confrontos. O cuidado do Tigre para o mata-mata que começa sábado é viajar com chances para São Paulo.

"Fica a lição dos anos anteriores para fazer diferente agora. Vamos procurar equilibrar o jogo ao máximo e manter a concentração para a decisão ficar aberta", finaliza Genilson.

O primeiro jogo é neste sábado às 17h e a volta na terça, às 21h. Ambos terão transmissão somente do Premiere.

  • Rafael Bullara

    Rafael Bullara

    Formado em jornalismo, foi editor do Lance!, onde ficou por 12 anos. MBA em Gestão e Marketing Esportivo na Trevisan Escola de Negócios