(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)

Fernando Prass (pela capacidade, experiência, caráter e conhecimento do goleiro que foi companheiro no Grêmio).

Mayke, Mina, Edu Dracena e Diogo Barbosa;

Tchê Tchê e Moisés;

Keno, Lucas Lima e Dudu;

Willian ou Borja.

O Palmeiras começa assim 2018. Num 4-2-3-1 dinâmico e móvel. Ofensivo e abusado.

(Foto: Thiago Rocha/Nosso Palestra)

É o que também pretende a diretoria ao tentar encerrar 98% das contratações até 20 de dezembro. Compras que serão em menor número para o Natal. E mesmo para as férias de janeiro. Para evitar mudar demais o elenco como nos últimos anos. E poder aproveitar talentos do Sub-20 como Fernando, Pedrão e Matheus Neris, alem do retorno de Artur, e sem descartar o meia José Aldo, o atacante Léo Passos, e o lateral-direito Mailton.

Como Bernard e Rafinha ainda dependem das liberações de Shakthqr Donetsk e Bayern de Munique, difícil que venham em janeiro. Se vierem.

Weverton deve chegar. Mais provável que em maio. Para compor elenco. Para brigar com Prass e Jailson por um lugar na meta.

Por ora, e não deverá ser muito diferente disso, o time de Roger Machado terá as características do treinador. Jogo apoiado e aproximado, com triangulações para criar superioridade numérica e boa circulação de bola. Equipe que busque o ataque bem coordenado. Mas que saiba se agrupar sem a bola.

Por isso Tchê Tchê deve começar como titular. O que não tira Felipe Melo do elenco. Se ele aceitar o banco, segue no grupo. Ele deverá sem bem usado por Roger, que gosta do jogador e do espírito dele.

Tchê Tchê terá a companhia de Moisés mais atrás, na posição onde prefere atuar. Começando o jogo e fazendo passes longos. Armando o jogo com e por Lucas Lima. O provável camisa 11 deverá atuar mais à frente do que vinha fazendo no Santos. Sem recuar tanto para armar. Circulando também pela direita. Mas mais próximo à meta rival. Onde seus passes decisivos possam ser ainda mais letais. É o que deseja Roger.

No comando de ataque, Willian teria mais espaço e mais chances pela dinâmica. Mas Borja é o centroavante para partidas específicas.

Keno seria mantido para começo de conversa entre os titulares. Ele e Tchê Tchê impressionaram Roger Machado contra o Botafogo. E começam à frente em 2018.

Para iniciar os trabalhos – que não serão poucos.

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