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Palmeiras pode alcançar recorde histórico diante do São Paulo

Verdão soma dez jogos sem perder para o rival e pode atingir recorde isolado no clássico pela semifinal do Paulistão

Palmeiras em ação pelo Campeonato Paulista (Foto: Fabio Menotti)
Palmeiras em ação pelo Campeonato Paulista (Foto: Fabio Menotti)

O Palmeiras enfrenta o São Paulo neste domingo (1º), pela semifinal do Campeonato Paulista, podendo alcançar a maior invencibilidade de sua história no clássico.

Atualmente, o Verdão soma dez jogos sem perder para o rival, com seis vitórias e quatro empates desde a última derrota, em julho de 2023. A marca iguala a melhor sequência já registrada no confronto, obtida entre agosto de 2017 e janeiro de 2020, também com seis triunfos e quatro igualdades.

Se vencer o duelo deste fim de semana, o clube estabelecerá um novo recorde histórico isolado no Choque-Rei.

Quatro vitórias consecutivas

O Palmeiras chega embalado com quatro vitórias seguidas sobre o São Paulo:

• 1 a 0 – semifinal do Paulista de 2025 (Allianz Parque)
• 1 a 0 – 1º turno do Brasileiro de 2025 (Arena Barueri)
• 3 a 2 – 2º turno do Brasileiro de 2025 (Morumbis)
• 3 a 1 – atual edição do Campeonato Paulista

É a melhor sequência de vitórias no clássico desde os cinco triunfos consecutivos registrados entre agosto de 2017 e março de 2019.

Invencibilidade no Paulistão

No Campeonato Paulista, o Palmeiras está invicto há seis partidas contra o São Paulo. A série começou com a goleada por 4 a 0 na final de 2022 e seguiu com três empates e uma vitória no duelo mais recente.

Essa é a segunda maior invencibilidade do clube sobre o rival no estadual, ao lado de outras duas sequências de seis jogos (1965–1967 e 1972–1974). O recorde absoluto é de 13 partidas, entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2020.

Invicto na Arena Barueri

Na Arena Barueri, o Palmeiras nunca perdeu para o São Paulo. São três confrontos:

• 1 a 1 – Brasileiro de 2012 (gol de Mazinho)
• 1 a 0 – Brasileiro de 2025 (gol de Vitor Roque)
• 3 a 1 – Paulista de 2026 (gols de Mauricio, Flaco López e Khellven)