HERMANOS

Tradição colombiana em momentos decisivos marca a história recente do Palmeiras

Verdão aposta em Jhon Arias para dar sequência nessa tradição

Quando o assunto é decisão e conquista, existe um elemento que se repete na história recente do Palmeiras: a presença de um colombiano no elenco.

Coincidência ou tradição? O fato é que, em momentos importantes, o Verdão sempre contou com representantes da Colômbia no grupo — muitos deles protagonistas em campanhas vitoriosas.

Da raça à técnica: uma linha do tempo colombiana

Nos anos 90, o zagueiro Rincón ajudou a pavimentar a identidade competitiva da equipe. Depois vieram nomes como Asprilla e Muñoz, que integraram elencos em fases distintas do clube.

Mais recentemente, a conexão ficou ainda mais evidente. O volante Atuesta fez parte do grupo multicampeão, enquanto o zagueiro Yerry Mina foi decisivo em uma das fases mais marcantes da reconstrução alviverde. Mina, inclusive, foi peça-chave na campanha do título brasileiro de 2016, sendo lembrado até hoje pela liderança e presença ofensiva.

Já Richard Ríos se consolidou como um dos pilares do meio-campo, simbolizando a força física e a intensidade que marcam o estilo competitivo do Palmeiras atual.

Arias: o investimento histórico e a nova aposta internacional

O nome da vez é o colombiano Arias. Contratado junto ao Wolverhampton por 25 milhões de euros, o jogador chega ao Verdão como uma das maiores aquisições da história do clube.

Revelado e lapidado no futebol colombiano, Arias construiu sua trajetória no Fluminense e foi posteriormente vendido ao Wolves em 2025, mas acabou pegando o clube inglês em uma má fase.

Mais do que a nacionalidade, Arias representa o peso do investimento e a confiança da diretoria em manter o Palmeiras competitivo em todas as frentes. A expectativa é que ele seja protagonista em mais um ciclo decisivo do clube.