Golpe e ações judiciais: entenda processo movido por Scarpa contra empresa de Willian Bigode
Gustavo Scarpa e Mayke perderam cerca de R$ 10,4 milhões após realizarem investimento em criptomoedas indicado por empresa que tem Willian Bigode como sócio
Em março de 2023, uma reportagem do Fantástico divulgou um golpe sofrido pelo meia Gustavo Scarpa em 2022. O jogador investiu R$ 6,3 milhões em criptomoedas na empresa XLAND, mas não conseguiu recuperar o dinheiro (Foto: Cesar Greco).
A operação com a XLAND foi indicação de outra empresa, a WLJC Consultoria e Gestão Empresarial, que tem como um dos sócios o atacante Willian Bigode, ex-Palmeiras (Foto: Cesar Greco).
Além de Scarpa, outro atleta que foi vítima do golpe foi o lateral Mayke, que segue no Verdão (Foto: Cesar Greco).
Os dois jogadores entraram na Justiça contra as empresas envolvidas visando recuperar os R$ 10,4 milhões investidos. A promessa da XLAND era de rendimentos de 3,5% a 5% por mês (Foto: Cesar Greco).
Em conversas com Bigode anexadas no processo, é possível ver desabafos de Scarpa acerca da situação (Foto: Cesar Greco).
- – O que me deixa mais triste nisso tudo é que até agora não teve nenhum pedido de perdão. Decepcionante. Eu achava que você iria me defender com tudo o que fosse possível, de todas as formas. Vocês não fizeram nada por mim nesse assunto, em me ajudar. Falo de coração, estou muito triste - escreveu o meia (Foto: Cesar Greco).
Na Justiça, Scarpa conseguiu bloqueio e arresto de valores depositados em contas bancárias, bens e imóveis, ativos financeiros de criptomoedas, dentre outros bens possíveis e passíveis de penhora em nome dos réus, incluindo Bigode, para resguardar o cumprimento da obrigação de restituição do valor de R$ 5.360.000,00 reais investidos (Foto: Cesar Greco).
A defesa de Willian alega que a empresa não teve envolvimento direto no golpe, assim como não ficou muito “bem explicado” por qual razão o autor da acusação incluiu os sócios na questão (Foto: Cesar Greco).
Segundo a equipe de Bigode, a WLJC é uma pessoa jurídica, logo, o patrimônio dos sócios não poderia responder neste tipo de caso. Ainda de acordo com a defesa, não há como responsabilizar a empresa por “mera parceria” com a XLAND, tampouco considerá-las do mesmo grupo econômico (Foto: Cesar Greco).
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