O contrato entre Palmeiras e Puma prevê o início das conversas por uma possível renovação em 2027, apurou o NOSSO PALESTRA. As tratativas devem começar no segundo semestre do próximo ano, antecipando a discussão sobre a continuidade da parceria, cujo vínculo atual termina no fim de 2028.
A expectativa é de que Leila Pereira participe das tratativas, já no fim de seu mandato como presidente do Palmeiras. Paulo Buosi, atual vice-presidente e favorito do grupo de situação para assumir o comando do clube a partir de 2028, também deverá estar envolvido nas conversas.
Contrato entre Palmeiras e Puma foi renovado em 2024
Palmeiras e Puma anunciaram a renovação do contrato em julho de 2024. O acordo estendeu a parceria por mais quatro temporadas, de 2025 a 2028, mantendo a marca alemã como fornecedora de material esportivo do clube.
O contrato prevê cerca de R$ 50 milhões anuais, entre valores fixos e royalties, com possibilidade de alcançar R$ 60 milhões mediante o cumprimento de metas.
Puma já sinalizou interesse em renovar com o Palmeiras
Apesar de as negociações ainda não terem começado, o NP noticiou, há algumas semanas, que a Puma já sinalizou interesse em permanecer no Palmeiras após 2028.
A previsão de início das conversas em 2027 permite que Palmeiras e Puma avaliem o futuro da relação antes do encerramento do contrato vigente. A decisão dependerá das condições apresentadas e dos interesses das duas partes.
Leila Pereira e Paulo Buosi devem participar das conversas
O início das tratativas no segundo semestre de 2027 coincidirá com a reta final do mandato de Leila Pereira na presidência do Palmeiras.
Paulo Buosi, atual vice-presidente e nome apontado como favorito do grupo de situação para assumir a presidência a partir de 2028, também deverá participar das discussões.
Palmeiras poderá avaliar outras fornecedoras
Embora a Puma já tenha manifestado interesse em continuar no Palmeiras, o clube poderá decidir, após as conversas iniciais, ouvir outras marcas e abrir uma concorrência para o fornecimento de material esportivo.
Esse cenário, neste momento, é mais difícil diante dos compromissos comerciais firmados pelas principais fornecedoras com clubes brasileiros para as próximas temporadas.
A Adidas, por exemplo, tinha interesse em retornar ao Palmeiras, mas deverá assumir o fornecimento de material esportivo do Santos a partir de 2028.
