
O Palmeiras eliminou o Cerro Porteño, avançou às quartas de final da Copa Libertadores e encerrou a pior sequência do ano. A curto prazo, o time de Abel Ferreira resolveu algo que poderia afetar negativamente o restante da temporada, mas o desempenho precisa melhorar para conseguir brigar até o final nas três competições.
Sempre o Xerife
O Palmeiras conta com Gustavo Gómez não só para comandar um setor defensivo que passa por instabilidade, mas também para resolver no ataque. A bola parada do Palmeiras, responsável por 23% dos gols no ano, foi decisiva para a classificação. O capitão foi o melhor da partida, com todos os méritos.
Murilo, Murilo…
Como um lateral pelo lado direito, o zagueiro fez mais uma partida ruim. Sem confiança, o camisa 26 deu espaços, especialmente no primeiro tempo, e precisou contar com a ajuda de Allan para conter os avanços dos paraguaios. Com a bola, foram muitos erros de passes.
Barboza, Barboza…
Assim como Murilo, o zagueiro recém-chegado ao Palmeiras tem oscilado. Recuperado de um trauma no pé, Barboza também teve dificuldades e falhou em bolas pelo alto, um das principais características dele.
Melhor partida desde a volta
Vitor Roque ainda não marcou desde o retorno da operação do tornozelo, porém fez a melhor partida após a recuperação. Com um jogo afeito para ele, o camisa 9 duelou bastante, levou vantagem em lances físicos no um contra um e deu mostras de evolução, o que é importante para retomar a confiança.
Próximos jogos
- 23/8 (domingo): Palmeiras x Vasco (Brasileiro): 16h (de Brasília)
- 26/8 (quarta): Palmeiras x Santos (Copa do Brasil): 21h30 (de Brasília)
- 30/8 (domingo): Mirassol x Palmeiras (Brasileiro): 18h30 (de Brasília)
