
O Palmeiras terá pela frente uma sequência desafiadora longe de seus domínios, em um momento decisivo da temporada. A equipe comandada por Abel Ferreira disputará três partidas consecutivas como visitante, enfrentando longas viagens e pouco tempo de recuperação — cenário que tem sido alvo constante de críticas da comissão técnica.
A maratona começa no Peru, contra o Sporting Cristal, pela Copa Libertadores da América. Na sequência, o Verdão viaja até o Pará, onde enfrenta o Remo, pelo Brasileirão, antes de seguir para o Paraná para encarar o Jacuipense, pela Copa do Brasil.
Desgaste e logística desafiadora
A sequência impõe um desgaste físico significativo. As longas distâncias entre os destinos, somadas ao curto intervalo entre os jogos, aumentam a preocupação com o rendimento da equipe.
Internamente, a comissão de Abel Ferreira tem manifestado insatisfação com o calendário. O treinador português e seus auxiliares vêm reclamando com frequência da falta de tempo adequado para descanso e preparação, especialmente em períodos com jogos decisivos em competições diferentes.
Cobrança antiga
As críticas ao calendário não são novidade. Desde temporadas anteriores, Abel Ferreira já havia apontado a sobrecarga de partidas como um fator de risco para lesões e queda de desempenho. A atual sequência reforça esse discurso, colocando o Palmeiras diante de um teste físico e mental.