O Banco BTG Pactual tem negociações encaminhadas para assumir a operação do Nubank Parque até o fim de 2044, como mostrou o NOSSO PALESTRA. A WTorre é, desde a construção do estádio do Palmeiras, responsável pela gestão do local.
Participação do Banco BTG na operação do estádio do Palmeiras
Soube o NP que as partes ainda trabalham nos últimos detalhes contratuais para selar o acordo, como a participação da construtora na gestão em um primeiro momento. Entenda tratativas sobre participação e planejamento do Banco BTG Pactual para a operação.
- Gestão compartilhada entre Banco BTG Pactual e WTorre por cerca de dois anos;
- Banco BTG Pactual assume, de forma integral, em um futuro breve com a manutenção de cerca de 10% a 20% da sociedade pela WTorre.
Entenda as tratativas entre Banco BTG e WTorre
Em 2024, a Enforce, gestora de créditos do grupo BTG, comprou a dívida contraída pela WTorre no Banco do Brasil, referente à construção do Allianz Parque avaliada em cerca de R$ 650 milhões. O Banco já avaliava a possibilidade de assumir a gestão da Arena palmeirense.
Recentemente, o BTG Pactual participou da aprovação da negociação da compra dos naming rights do estádio pelo Nubank.
Procurados pela reportagem, WTorre e o Banco BTG Pactual não quiseram se manifestar sobre o tema.
Participação do Palmeiras nas receitas do Nubank Parque
O Palmeiras tem participação progressiva nas receitas do Nubank Parque pela locação para eventos, lojas, estacionamento e lanchonetes.
- Até 5 anos do início da parceria: 20%
- De 5 anos até 10 anos: 25%
- De 10 anos até 15 anos: 30%
- De 15 anos até 20 anos: 35%
- De 20 anos até 25 anos: 40%
- De 25 anos até 30 anos: 45%
Participação do Palmeiras em receitas nos naming rights, cadeiras e camarotes:
- Até 5 anos do início da parceria: 5%
- De 5 anos até 10 anos: 10%
- De 10 anos até 15 anos: 15%
- De 15 anos até 20 anos: 20%
- De 20 anos até 25 anos: 25%
- De 25 anos até 30 anos: 30%
