Com desempenho abaixo da expectativa e sequência ruim de resultados, o Palmeiras está perdendo a gordura que conquistou no primeiro turno do Campeonato Brasileiro e precisa conquistar um vitória contra o Cerro Porteño para avançar para as quartas de final da Conmebol Libertadores.
Após dois anos sem a conquista de títulos relevantes no cenário nacional e internacional e com o maior investimento da sua história em contratações, o time comandado por Abel Ferreira está pressionado mas o treinador segue “imune às críticas” e sem questionamentos internos por quem comanda o clube.
Há uma divisão clara e evidente na torcida do Palmeiras: Uma importante parte dos torcedores idolatram Abel Ferreira e se apegam nas conquistas do passado. Outra ala que acredita que o treinador é o principal responsável pelos títulos perdidos nos últimos anos e não enxergam mais futuro no trabalho.
O palmeirense não pode sofrer de um complexo de vira-lata e achar que não há um futuro vencedor caso Abel Ferreira não siga no comandando do Palmeiras. É necessário cobrar um desempenho melhor para que o roteiro dos últimos anos não se repita e que fique um sentimento amargo ao fim da temporada.
Felipão, Luxemburgo e tantos outros treinadores foram questionados após resultados ruins, ausência de títulos e desempenho incompatível com a expectativa do momento do clube.
Se até Felipão foi questionado no Palmeiras, por que Abel estaria imune?
