Nunca foi sorte. Foi Deusverson, Felipão

Nunca foi sorte. Foi Deusverson, Felipão

Foto: César Greco/ Ag. Palmeiras/ Divulgação

O Palmeiras derrotou o São Paulo por 2 a 0, quebrando um tabu de 16 anos no Morumbi e se isolando na liderança do Brasileirão 2018. Felipão provou pra todos aqueles que seguem desdenhando do seu trabalho, que não dá mais pra duvidar de nada que venha deste Palmeiras de 2018.

Miguel Borja comemora todos os seus gols colocando os seus dedos indicadores para baixo e logo depois para cima, como se quisesse afirmar que o gol não foi dele e sim do ser maior, do seu representante divino. Não, Borja. O gol foi seu. O gol foi do seu trabalho. Do seu esforço. Da sua habilidade de ser melhor que o adversário.

O Palmeiras de Felipão é igual. Não foi sorte estar na semifinal da Libertadores. Não é sorte somar 23 pontos de 27 disputados no segundo turno do Brasileirão. Não há crença que me prove isso. É muito mérito, é muito esforço. De todos.

O Palmeiras ainda não ganhou nada. Faltam 10 jogos para o Deca Brasileiro, e quatro jogos para o Bi da Libertadores. É preciso seguir assim. Trabalhando.

Quieto. Humilde. Calmo.

Lá na frente você poderá provar pra todos que nunca foi sorte.

O segredo desse Palmeiras se chama união, coração, determinação. Felipão.

É preciso respeitar.

  • Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim

    Gabriel Amorim, 27 anos, detesta quem assiste ao jogo sentado e tem como grande ídolo Armando Nogueira. Formado em Jornalismo pela UMESP em 2012, cobriu a Copa do Mundo da Rússia pelo jornal Lance!